random thoughts | september '15.

Random Thoughts 30.9.15
she takes a sip of her tea and her minds wanders about the past few months. 
it all feels like a blur.
the faded colors blend in a spiral and sometimes it's hard to pinpoint exactly what happened during the hectic race that seems to be her life but when she takes a moment to catch her breath as words slip through fingers in a desperate way to make sense of her own mess, it's right there.

the months changed in the blink of an eye and in a childish way she's already dreaming of holidays full of anticipation, laughter, twinkly lights and sweet memories but oh lord, she has grown up so much. the challenges she faced made her skin grow thicker, her insecurities and fear of failure feel like old friends now that only come out once in a while but she can now cope with them - for the most part anyway, it's healthy to keep some room for improvement.

there's happiness. there's a sense of fulfillment of some sort.
she has finally found her piece of mind. 

of course, as it mostly is with life, she knows nothing stays the same.
every day is another chance for brand new events and she wants it all.
the good, the bad. she is alive and she wants to own up to it. 
and when the blues echoes through the compartments of her head, filling up her being, she accepts it. not as redemption, but as a form of respect to her feelings. then, she does her best to let go. and when that feels hard, she searches for a way to feel alive in the middle of a crowd when life gives her the opportunity to scream at the top of her lungs to her favorite songs among the ones who brighten her days every so often. she lets jack johnson sing through the speakers to settle her rapidly beating heart. she finds a way. 

it may seem confusing now but it'll make sense someday.
let's give it time.


now please close your eyes, woman. please get some sleep.

random thoughts | february '15.

Random Thoughts 25.2.15
let go
1. allow to escape, set free.

As the days go by, I count my blessings. I may pray only some nights but still I'm aware of everything I'm blessed with and that makes me realize a thing or two. When my panic strikes me, when life gets hard, when I'm so completely messed up I don't think I'll ever find a way out, there are a few angels that bless me with their ears, their hearts, their words of wisdom or their simple, quiet but valuable support. Everybody struggles. Everybody feels pain, despair, heartache. It's the ones who are there for you, really there, that help you walk through that pain. 

Perfection is nonexistent. I'm sure I've failed people I loved many, many times before. I actually happen to know it pretty clearly. Still, it's different in a way. I miss who we used to be. I feel sad for how easy it is to not belong among the ones who meant the world to you at some point in life. I feel jealousy, I feel betrayal. But I don't have the strength to feel any of that anymore. 

As the months go by, I learn to let go. With every piece of information I keep to myself. With every text I never send. With every space that grows between us, I care a little less. I set myself free of the pain of setting you free. If it was meant to be, we'd still be hanging out in malls for a quick laugh and some catch-up. We'd still be in each other's lives but that's not how it is. We talk to each other once a year but only because of the guilt of missing out on one another's life. We hardly acknowledge each other when we meet in a bar or we just exchange some empty words in a bus because there's nowhere else to go. We hardly even speak to each other at all. 

I guess people just grow apart and I accept that. It just feels like a really painful paper cut because I'm the only one sticking out while you're all still together. I'm the bird who fell off the nest and that bothers me sometimes. Am I too messed up to belong? Is something wrong with me? But then again, I think about all those blessings again and I feel relieved. Maybe I am. Maybe I'm not. It doesn't really matter because there are a few ones who still stay strong by my side. 

The ones who I don't feel the need to think for a second before telling the most embarrassing, personal things. The ones who push me to be better, who give me the courage to face my fears and have fun while still doing this. The ones who believe in me, even when I can't find the strengh to believe in myself. The ones who may be physically or emotionally distant but that in a heartbeat stand by me as if they've never left. The ones who I may party with but that are not just party friends because they're there too when everything falls apart. The ones who I've hurt pretty bad before but who have found forgiveness in their hearts to still be there for me.
The ones who really, truly care. 

Real Friends.

It may take a while to let go when you let life do the dirty job for you but it's better.
It gives you a sense of fairness. It's not me, it's not you. It's us.
The us we no longer are.

livros&filmes | if i stay, gayle forman

Filmes 12.2.15
If I Stay (Se Eu Ficar) foi meu primeiro livro de 2015, mas meu amor por essa história começou alguns meses antes de finalmente poder ler! O filme estava no meu computador há algum tempo e em um dia entediante resolvi assistir, sem muitas expectativas sobre o que iria acontecer. Esperava um drama bonitinho e interessante, mas acabei de assistir em prantos de tão incrível foi pra mim! 

If I Stay, por Gayle Forman | Editora: Speak | Páginas: 234

Em um dia como outro qualquer, Mia Hall sofre um acidente de carro ao viajar com sua família. Ao acordar, ela se depara com a situação trágica em que seus familiares e de si mesma se encontram. Acompanhando os desfechos do acidente, Mia começa a contar sua própria história a partir de flashbacks. Desta forma, podemos conhecer a dinâmica linda de sua família, a evolução do seu talento para tocar violoncelo, seus conflitos pessoais e, é claro, sua história de amor com Adam Wilde.
Adam é um cara incrível, me apaixonei por ele à primeira linha! É claro que minha opinião foi muito influenciada pelo filme, mas tudo o que eu amei no Adam do filme estava ali escrito perfeitamente no livro. Apesar de todos os conflitos entre o casal, é muito bacana ver como Adam e Mia se relacionam acima de todas as suas diferenças, aceitando um ao outro. 

Uma das minhas partes favoritas se passa no Halloween, quando Mia se veste como uma deusa do punk e Adam se fantasia de Beethoven, uma troca muito divertida dos gostos pessoais de cada um.
Ao contrário do filme, onde a transição entre os flashbacks e o período de coma da Mia foram muito bem encenados, o livro sofre um pouco ao lidar com esses dois lados. As reações de Mia e tudo o que ocorre enquanto ela está desacordada parecem passar com muita rapidez, alguns momentos poderiam ter sido mais aprofundados para que o leitor pudesse sentir melhor a complexidade de seus conflitos.
Ainda assim, a história é envolvente e aborda muito bem o questão de que viver é uma escolha. Mia debate muito esta decisão ao saber que sua mãe, pai morreram, mas é quando seu irmãozinho, Teddy, também se vai que ela perde sua força de ficar. É tocante também o momento em que seu avô, sua melhor amiga e Adam conversam com ela e mostram que ela também tem pessoas por quem ficar. Para quem, como eu, já teve alguém próximo em um estado de saúde parecido, a história traz uma reflexão muito interessante!
Vou abrir um parênteses aqui para dizer também o quanto eu amo amo amo a trilha sonora do filme! As músicas são ótimas e ainda tem faixas originais que criaram para a banda do Adam e para os concertos de cello da Mia.

Juro, as músicas da Willamette Stone me dão vontade de fazer um abaixo-assinado para que o Jamie Blackley (Adam) grave um álbum inteirinho com mais músicas lindas e divertidas como as do filme!


If I Stay possui uma continuação chamada Where She Went, que eu já li e amei ainda mais! Assim que possível venho resenhar também pra vocês! :)

Enquanto isso, vejam o trailer do filme e morram de amores comigo hehe.
- B.

viagens | rio de janeiro - carnaval '14

Viagens 6.2.15
Lembram quando contei aqui que viajaria de avião pela primeira vez para passar o Carnaval 2014 no Rio de Janeiro? Pois bem, como o Carnaval já está quase ai novamente, separei e editei as fotos para mostrar pra vocês! Desconsiderem o pequeno atraso hehe :p 

Nosso pequeno passeio surgiu quando Mamis linda encontrou uma promoção ótima de passagens pela Avianca algumas semanas antes do Carnaval! Taurina como sou, resisti um pouco a ideia já que foi completamente inesperado e tínhamos que decidir naquele instante. Bom, Dona Silmara acabou me convencendo e comprando as passagens. Logo começamos a procurar hospedagem e ver os ingressos para o desfile das escolas de samba (que foram mais caros que a passagem aliás *ouch*). 
Se você nunca foi para o Rio nessa época tente evitar alguns perrengues que eu passei. O pior de todos foi o translado aeroporto-hotel. Chegamos no Aeroporto Santos Dumont por volta das 16h do primeiro dia de desfile e, guess what?, não havia um táxi que pudesse nos levar ao hotel! :) Quer dizer, tinham fileiras e fileiras de carros na porta do aeroporto, mas todos se recusavam a nos levar, o que inclusive é contra a lei, por conta do trânsito caótico dos blocos de rua. Sério, foi frustrante e meio assustador também, já que tivemos que andar completamente a esmo por lugares bem estranhos, com mochilas e dinheiro, sem saber direito para onde ir até encontrar o hotel. Ainda bem que alguns cariocas e policiais muito gentis nos auxiliaram. Portanto, se possível, chegue pela manhã ou com alguns dias de antecedência!

Ao chegar mega cansadas no hotel, tomamos um banho e dormimos. Quando acordamos o desfile já estava passando na televisão e nós tomamos um susto danado, porque não sabíamos que começava tão cedo, já que os de SP costumam começar lá pra meia-noite, então nos arrumamos rapidinho e fomos pra Avenida!
Sou super fã de samba? Não, mas isso nunca me impediu de admirar todo esse trabalho dos desfiles. Nas arquibancadas havia uma mistura bem bacana de público, inclusive estrangeiros, e o mais interessante é ver a interação que é formada e distribuída conforme as escolas passam pelos setores. A energia é contagiante demais e eu realmente fiquei surpresa por ter gostado tanto dessa experiência! :)
Voltamos para o hotel depois de amanhecer e descansamos só o suficiente para podermos ir logo turistar até o fim do dia, já que voltaríamos cedinho no dia seguinte. No nosso caminho de táxi até o Cristo Redentor assistimos as pessoas nas ruas completamente caracterizadas começando o fervo dos blocos e foi bem divertido! Como esperado, a fila para visitar o Cristo estava gigantesca e tivemos que esperar um tempão para conseguir subir, mas valeu muito a pena!

Saímos de lá a tarde e fomos almoçar e visitar algumas praias, que são tão lindas quanto vocês podem imaginar. Fun fact: encontramos um primo meu aqui de Santos absolutamente do nada entrando em um restaurante de comida saudável pertinho da praia com os amigos. Sim! Hahah, quais a chances né? Acabamos almoçando no mesmo restaurante e depois seguimos caminhando pela praia até escurecer.
Encontramos uma banda de argentinos tocando umas versões incríveis de Red Hot Chilli Peppers, entre outros, em Ipanema e nos divertimos muito! Aliás, a vista de lá a noite é maravilhosa, pena que não tirei muitas fotos. Nossa última parada foi nos barzinhos da Lapa, onde tomando uma cervejinha gelada antes de voltar pro hotel. Às 8h do dia seguinte pegamos o avião de volta para São Paulo e eu dormi lindamente, ao invés de ter outro ataque de riso como tive ao decolar na ida :p


Meus planos esse ano estão beeem mais tranquilos, já que pretendo por algumas coisas do meu novo trabalho em ordem antes de começar o semestre, mas me contem: Quais são os planos de vocês pro Carnaval de 2015? Alguém vai pro Rio também? :)
-B.